Eu é que era um flagelo, um verdadeiro demónio para Maria Salomé, a minha ama, nessas tardes ruidosas e festivais. A ela, em ouvindo o tamboril, dava-lhe a vertigem da dança e do canto.
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sábado, 26 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
O XAILE DE MARIA SALOMÉ - Bulhão Pato
A voz, extensa e afinada, gorgeando os zorzigos, que correspondem às malagueñas e playeras dos andaluzes. A pandeireta revolutenado nos ares.
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terça-feira, 4 de agosto de 2009
O XAILE DE MARIA SALOMÉ - Bulhão Pato
Às tardes, nos domingos e dias festivos, havia tamboril e baile na praça da povoação, em frente da igreja. Nesses dias tudo corria à festa: crianças, raparigas, rapazes, mulheres e homens casados. Um delírio!
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