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sábado, 14 de março de 2009

Navegações dos Portugueses - Henrique Lopes de Mendonça

Quem sobretudo se notabilizou nessa empresa foi o Infante D. Henrique, filho segundo de D. João I. É ele que, estimulado porventura pelo êxito, incendido o espírito juvenil pelos problemas geográficos que nesses fins da Idade Média exaltam as imaginações, vai abrir à aventurosa nacionalidade a via radiante, sabiamente traçada, que deve conduzi-la à máxima das glórias e dar à humanidade a posse definitiva da Terra.

domingo, 8 de março de 2009

Navegações dos Portugueses - Henrique Lopes de Mendonça

Dirigiu-se a armada, sob o comando supremo do próprio rei, à cidade de Ceuta, que facilmente expugnou, a 21 de Agosto de 1415, e que desde então até hoje -- exemplo único na África inteira -- se tem constantemente mantido em poder de cristãos do Ocidente.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Navegações dos Portugueses - Henrique Lopes de Mendonça

Não são concordes os testemunhos sobre a constituição exacta dessa armada. Não deve porém computar-se em menos de duzentos o número de navios, na sua maioria de remos, suficientes para o transporte de cinquenta mil homens, entre soldados, mareantes e remeiros. Este cálculo nos dá uma indicação, tanto quanto possível precisa, de que, durante os primeiros anos do novo reinado a frota portuguesa se ia reconstituindo e revigorando.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Navegações dos Portugueses - Henrique Lopes de Mendonça

Mas a ruína da nascente marinha portuguesa esteve a pique de se consumar de vez, com a perda da independência, durante a crise tumultuosa que se seguiu à morte de Rei D. Fernando. Foi depois de prolongadas lutas intestinas e de uma invasão empreendida pelo rei de Castela, pretendente à coroa de Portugal, que o trono veio a ser ocupado por um monarca eleito do povo, o Mestre de Avis, D. João I.

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