Foi isto em 1385. Mas só em 1411, pelo tratado de paz entre as coroas de Castela e de Portugal, a pequena nacionalidade ocidental pôde respirara com desafogo. E dentro em pouco cresceu o desejo de expandir, para fora das fronterias peninsulares, a actividade guerreira dos portugueses, inveterada após trinta anos de luta.
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domingo, 22 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Navegações dos Portugueses - Henrique Lopes de Mendonça
Mas a ruína da nascente marinha portuguesa esteve a pique de se consumar de vez, com a perda da independência, durante a crise tumultuosa que se seguiu à morte de Rei D. Fernando. Foi depois de prolongadas lutas intestinas e de uma invasão empreendida pelo rei de Castela, pretendente à coroa de Portugal, que o trono veio a ser ocupado por um monarca eleito do povo, o Mestre de Avis, D. João I.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Navegações dos Portugueses - Henrique Lopes de Mendonça
O último rei da primeira dinastia, D. Fernando I, resgatou em grande parte o desastre de duas guerras com Castela, a que a sua leviandade arrastara o reino, com atiladas medidas de administração e fomento. Entre estas avulta a larga protecção dada às construções navais e a instituição dos seguros marítimos, em que Portugal se antecipou a todas as nações da Europa.
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