Foi a primeira, pouco depois de D. João II subir ao trono , a edificação da fortaleza de S. Jorge da Mina, pelo ilustre navegador Diogo de Azambuja. Depois, em 1484, Diogo Cão descobre o rio Congo ou Zaire, em cuja embocadura coloca o primeiro padrão de pedra, com uma cruz no topo e as armas de Portugal numa das faces. Numa segunda viagem, depois de estabelecer relações políticas com o soba negro da região, alonga as suas explorações até a Manga das Areias, hoje designada nas cartas pelo nome inglês de Cape Cross, a 22 graus de latitude sul.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
EXCURSÃO ÀS RUÍNAS DA VALSA - Natália Correia
Ó maxilar caído da Europa
com quebradiços artelhos de ballet
Valsa de naftalina pendurada
na beiçola de Francisco José
com quebradiços artelhos de ballet
Valsa de naftalina pendurada
na beiçola de Francisco José
Etiquetas:
Natália Correia,
O Anjo do Ocidente à Entrada do Ferro
terça-feira, 17 de novembro de 2009
PRAIA - Sophia de Mello Breyner Andresen
--Voltou o nevoeiro -- disse alguém.
Etiquetas:
Contos Exemplares,
Sophia de Mello Breyner Andresen
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
O XAILE DE MARIA SALOMÉ - Bulhão Pato
As crianças têm disto!
Etiquetas:
Bulhão Pato,
infância,
Memórias de Bulhão Pato
sábado, 31 de outubro de 2009
NAVEGAÇÕES DOS PORTUGUESES - Henrique Lopes de Mendonça
Muito mais importantes foram, como acima dissemos, as expedições de descoberta realizadas no mesmo reinado.
Etiquetas:
Henrique Lopes de Mendonça,
Navegações dos Portugueses
EXCURSÃO ÀS RUÍNAS DA VALSA - Natália Correia
ó valsa póstuma do fim do século expulsa
Num pelo do bigode hitleriano
fazem acrobacias as semifusas
apócrifas do cavalo floriano
Num pelo do bigode hitleriano
fazem acrobacias as semifusas
apócrifas do cavalo floriano
Etiquetas:
Natália Correia,
O Anjo do Ocidente à Entrada do Ferro
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
PRAIA - Sophia de Mello Breyner Andresen
A Lua já tinha desaparecido e o nevoeiro, aéreo e branco, começava a subir do mar e entrava pela janela aberta.
Etiquetas:
Contos Exemplares,
Sophia de Mello Breyner Andresen
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
NAVEGAÇÕES DOS PORTUGUESES - Henrique Lopes de Mendonça
Em 1490 uma armada de cinquenta velas do Algarve foi a Ceuta para defender a praça contra uma denunciada traição. Não se levou esta a efeito, e a força portuguesa empregou-se na destruição de duas povoações mouras: Targa, no litoral mediterrâneo perto de Ceuta, e Camice, situada no interior, sobre ásperas serras.
Etiquetas:
1490,
Algarve,
Camice,
Ceuta,
Henrique Lopes de Mendonça,
Navegações dos Portugueses,
pilhagem,
Targa
terça-feira, 20 de outubro de 2009
EXCURSÃO ÀS RUÍNAS DA VALSA - Natália Correia
Do lustre de sustenidos desta ópera
têm os pingentes o tilintar do schilling
ó viena ó canção confessada no heuriger
à noite que esvazia as videiras no Grizing
têm os pingentes o tilintar do schilling
ó viena ó canção confessada no heuriger
à noite que esvazia as videiras no Grizing
Etiquetas:
Natália Correia,
O Anjo do Ocidente à Entrada do Ferro,
Viena
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
PRAIA - Sophia de Mello Breyner Andresen
Era tarde. E o brilho da hora tardia deslizava docemente em roda das mãos e dos copos sobre a mesa polida.
Etiquetas:
Contos Exemplares,
Sophia de Mello Breyner Andresen
domingo, 18 de outubro de 2009
O XAILE DE MARIA SALOMÉ - Bulhão Pato
Depois desatei num choro apaixonado.
Etiquetas:
Bulhão Pato,
Memórias de Bulhão Pato
sábado, 17 de outubro de 2009
NAVEGAÇÕES DOS PORTUGUESES - Henrique Lopes de Mendonça
Em 1489 pensou o rei em fundar uma vila, com o nome de Graciosa, acima da foz do Rio de Larache. A bem provida armada, que para esse fim mandou, foi acometida fortemente pelos mouros. Apesar do reforço depois enviado, os portugueses, cercados, viram-se em mortais angústias. O próprio D. João II quis ir, com uma expedição poderosa, em seu auxílio. Mas os mouros, receosos, propuseram a paz aos portugueses, que reembaracaram com todos os seus petrechos.
Etiquetas:
1489,
D. João II,
guerra,
mouros,
Rio de Larache
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
EXCURSÃO ÀS RUÍNAS DA VALSA - Natália Correia
Electrodomesticada já boceja
viena à meia-noite e cicatriza
com ressonos a ferida de Beethoven
que ainda sangra uma rosa para Elisa
viena à meia-noite e cicatriza
com ressonos a ferida de Beethoven
que ainda sangra uma rosa para Elisa
domingo, 11 de outubro de 2009
PRAIA - Sophia de Mello Breyner Andresen
Lá fora as lâmpadas das ruas já se tinham apagado havia muito tempo.
Etiquetas:
Contos Exemplares,
Sophia de Mello Breyner Andresen
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
O XAILE DE MARIA SALOMÉ - Bulhão Pato
Que linda rapariga e como os cortejos abundavam! Salomé era folgazã e alegre. Os alegres quase sempre são bons. Em a vendo enlaçada ao seu par, requebrando voluptuosamente o corpo e os braços nos meneios daquela dança, davam-me uns ímpetos de furor despropositado. De uma vez saltei a ela, marinhando como um gato assanhado, arranquei-lhe o lenço de seda de cores brilhantes que punha na cabeça -- na forma do mais gracioso toucado -- e lavei-lhe a cara com as unhas!
NAVEGAÇÕES DOS PORTUGUESES - Henrique Lopes de Mendonça
No ano seguinte, uma armada de trinta navios, capitaneada por D. Diogo de Almeida, fez um desembarque perto de Anafé, desbaratando grandes forças de mouros e cativando quatrocentas almas, com opulento despojo.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
EXCURSÃO ÀS RUÍNAS DA VALSA - Natália Correia
No Kursalon em bronze encarcerado
maestro de uma mania que não passa
Johannes Strauss rege a expedição
arqueológica às ruínas da valsa
maestro de uma mania que não passa
Johannes Strauss rege a expedição
arqueológica às ruínas da valsa
domingo, 27 de setembro de 2009
PRAIA - Sophia de Mello Breyner Andresen
Eu estava sentada em frente dele, do outro lado da pequena mesa. Ele esteve um longo tempo calado. Depois debruçou-se sobre a mesa e disse:
-- Ouve:
There is a sea,
A far and distant sea
Beyond the farthest line,
Where all my ships that went astray,
Where all my dreams of yesterday
Are mine.
Etiquetas:
Contos Exemplares,
Sophia de Mello Breyner Andresen
sábado, 26 de setembro de 2009
O XAILE DE MARIA SALOMÉ - Bulhão Pato
Eu é que era um flagelo, um verdadeiro demónio para Maria Salomé, a minha ama, nessas tardes ruidosas e festivais. A ela, em ouvindo o tamboril, dava-lhe a vertigem da dança e do canto.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






